19 de abril de 2016

SoccerStars FC Porto edition


Após a derrota com o Tondela, Pinto da Costa concedeu uma entrevista ao Porto Canal onde, entre outras coisas, deu por encerrada a actual temporada e anunciou que os restantes jogos serviriam como teste ao carácter de todos os jogadores, como uma espécie de filtro para o que será o FC Porto 2016/2017.

Assim sendo, decidi criar uma votação que decorrerá na página Youtube do Portistas Anónimos e que tem como único objectivo ver que jogadores os portistas gostariam de ver no próximo plantel. A votos irão apenas jogadores actualmente vinculados ao clube, estejam eles emprestados, na equipa B ou na formação principal. Caso um jogador for votado para mais que uma posição, aquela que receber mais votos será na qual ficará no plantel virtual.

Será lançado um vídeo para cada posição, para votar só terá de ficar atento às diversas contas nas redes sociais do blog pois será esse o meio de divulgação de cada novo vídeo.

Se tem conta Google - se tem um telemóvel com sistema Android já a tem, por exemplo - subscreva o canal para ser notificado a cada novo upload. Se não tem, fique atento ao nosso twitter, facebook ou Google+ pois será anunciado em cada um destes locais a existência de nova votação.

Os vídeos serão colocados online nos próximos dias e as votações ficarão abertas até ao sábado seguinte à final da Taça de Portugal. Após essa data serão anunciados os resultados.

18 de abril de 2016

Visão 1620 - Sócios e adeptos

Com três épocas de maus resultados é natural que muitos adeptos andem de costas voltadas com o clube. É assim em todos os clubes quando se passa de vencedor frequente a perdedor crónico. Mas o facto de o FC Porto tratar os sócios e adeptos como clientes não ajuda nada nestes momentos.

Dito isto, gostaria de propor uma série de medidas que têm em vista reaproximar os adeptos do clube, fazendo ou refazendo deles parte de um clube que amam e não clientes de uma SAD que serve futebol como prato principal.

Tem sido recorrente na televisão uma publicidade onde o Sporting tenta convencer ex-sócios a voltarem a sê-lo. E não se limitam a dizer "hey, precisamos do teu dinheiro", em vez disso apresentam vários cenários que vão desde a possibilidade de pagar as quotas em dívida de forma faseada, o perdão de metade da dívida e até o congelamento da mesma até que o sócio em questão tenha possibilidade de a pagar. O que impede o FC Porto de fazer uma campanha semelhante?

Portugal atravessa momentos complicados e existem milhares de pessoas que não tiveram outra hipótese que não fosse deixar alguns luxos de lado para que o básico não faltasse. Quando isso acontece as idas a estádios de futebol aparece imediatamente nos primeiros lugares da lista das coisas dispensáveis. E aqui é que devia entrar a SAD em acção. De forma a manter os associados e também muitos detentores de lugares anuais, o clube tem de proteger aqueles que estiveram sempre ao lado do clube enquanto lhes foi financeiramente possível. Seria de bom tom o FC Porto atribuir descontos a essas pessoas, que poderiam ir dos 50% aos 100% mediante o número de anos de cada um como sócio/detentor de lugar anual, caso estes ficassem desempregados.

Além dos sócios, também as claques são importantes e devem ser apoiadas pelo clube. No entanto, tal não deve ser feito a todo o custo e prejudicando muitas vezes outros portistas. A SAD tem de parar de dar bilhetes às claques para estes serem vendidos livremente e sem qualquer controlo. Para isso há que tornar obrigatório o registo como sócio do FC Porto para poder pertencer a um claque do clube. As quotas pagas ao FC Porto até podiam incluir um desconto igual ao valor pago para ser associado da respectiva claque, mas os bilhetes dos Super Dragões e Colectivo passariam a ser adquiridos nas bilheteiras normais. Para ter o desconto de membro da claque bastaria apresentar o cartão de sócio da mesma. É assim tão complicado?

O clube dispõe de meios de comunicação com o exterior que há alguns anos atrás seriam impensáveis. Porto Canal, Revista Dragões, todas as redes sociais da moda, um website, uma newsletter e ainda a possibilidade de passar a mensagem através de qualquer canal de televisão, rádio ou jornal. Apesar disto tudo, os portistas continuam mal informados e o FC Porto mal defendido na praça publica. Que tal começar a aproveitar ao máximo estes meios?

Embora não pareça. o clube precisa tanto dos adeptos como os adeptos precisam do clube. E os portistas têm muito para dar ao FC Porto, basta para isso o FC Porto querer.

17 de abril de 2016

Visão 1620 - FC Porto Lab


O nome não prima pela originalidade e a proposta até já foi dada aqui, mas nunca é demais repetir: o FC Porto tem de rever e alargar os profissionais das mais diversas áreas ligadas à preparação, seja ela física ou psicológica, da equipa profissional de futebol de forma a não estar dependente da competência (ou falta dela) das diferentes equipas técnicas que forem contratadas.

Além dos habituais médicos, fisioterapeutas e enfermeiros e da adição de um director desportivo, seria um passo pioneiro a contratação de psicólogo(s), preparador(es) físicos, recuperador(es) físicos, nutricionista(s) e treinador(es) de guarda-redes para trabalharem de forma permanente e exclusiva para o clube.

Este departamento, contratado directamente pelo clube, teria como missão preparar o plantel física e psicologicamente, através de treinos individuais e colectivos, para todos os cenários possíveis, como uma espécie de apoio ao treinador e respectiva equipa técnica, deixando as estes apenas a tarefa de trabalhar a vertente táctica, garantindo assim uma equipa competitiva sob quaisquer circunstâncias.

Os profissionais mencionados teriam de ser cuidadosamente seleccionados e teriam ainda como responsabilidade extra o dever de estarem em formação constante, aprendendo e desenvolvendo novos métodos de treino, tendo em vista manterem-se na vanguarda da respectiva actividade profissional.

Os custos associados a este departamento, além de serem uma gota naquilo que é um orçamento de um clube do nível do FC Porto, seriam facilmente recuperados pelas performances da equipa e, talvez, pelo facto de deixar de ser preciso ter nos quatros aquele jogador extra como reserva caso haja uma crise de lesões.